Denúncias de queimadas podem ser feitas pelo WhatsApp durante período de estiagem

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Denúncias serão direcionadas para a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e distribuídas para os órgãos de combate. Veja como vai funcionar o serviço.

A partir deste domingo (1º) um novo canal de atendimento será aberto para denúncias de crimes ambientais relacionados ao uso do fogo, o WhatsApp Ambiental. O serviço vai funcionar no número 99988-0030 e busca dar mais celeridade às ações de combate. A iniciativa é da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).

O Whatsapp Ambiental ficará disponível durante todo o período de estiagem. Quem for fazer uma denúncia precisará enviar fotos ou vídeos, além de informar o horário em que viu o incêndio ou o flagrante e informar o local exato. Essas informações serão compiladas e enviadas ao Corpo de Bombeiros e órgãos que atuam no combate aos crimes ambientais e queimadas.

As informações também devem subsidiar os trabalhos de prevenção, educação e fiscalização ambiental junto ao Comitê do Fogo, que faz visitas aos municípios.

Neste ano, segundo a Secretaria, foram feitas 2.141 visitas a propriedades rurais dos municípios ranqueados com maior número de focos de calor no ano passado. Ao todo foram 19 cidades foram visitadas.

Denúncias poderão ser feitas pelo WhatsApp — Foto: Divulgação

Queimadas no Tocantins

Desde janeiro, o estado já acumula mais de 6,4 mil focos de queimadas. Menos da metade das prefeituras do Tocantins contratou brigadistas para combater queimadas durante o período seco em 2019. Dos 139 municípios, apenas 64 realizaram as contratações. Palmas é uma das cidades que está fora da lista. As informações são da Defesa Civil do Tocantins.

O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) realizou a contratação de 60 brigadistas para atuação nas Unidades de Conservação (UC) do Tocantins. No mês de agosto grandes incêndios foram registrados na Serra do Lajeado e no Parque Estadual do Cantão, mas ambos foram controlados.

A atuação das Força Armadas no combate a incêndios foi autorizada pela presidência no Tocantins. Porém, ainda não houve uma ordem para que o exército comece a atuar.

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